O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor - IDEC - disponibilizou em seu site uma planilha para ajudar no orçamento. Ajuda muito na hora de gerenciar as contas - o que entra, o que sai, dividindo em gastos fixos e variáveis. O download é gratuito! Acesse no link: http://www.idec.org.br/especial/planilha-orcamento-domestico.
É bem didática! Tem uma explicação de como utilizar, com um passo a passo, e várias abas para deixar seus dados bem organizados. (clique na imagem para ampliar)
Sempre lembrando que não adianta baixar a planilha, jogar as informações e nunca mais abrir o arquivo. Tem que estar sempre atualizando, revendo, estudando! O planejamento financeiro é algo constante, é um exercício diário para a sua prosperidade. É o caminho para realizar sonhos!
Estou devendo aqui um post sobre aplicativos de controle de gastos... Já estão salvos no meu celular, juro! Irei testá-los com atenção para indicar bem os pontos positivos e negativos de cada um.
Até mais!
Finanças pessoais e um toque de empreendedorismo - conteúdo voltado para a sua prosperidade!
sexta-feira, 24 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
O poder do exemplo (2)
Estamos em tempos de crise, afirma o Governo Federal. Esse eco é repetido pelos governos estaduais e municipais Brasil afora. Trata-se da desculpa perfeita para se esquivar de compromissos, deixar de realizar investimentos, negar auxílio a cidadãos. Mas a culpa, dizem, é da crise hídrica, da crise energética, do dólar alto.
Sei que criei este blog para falar sobre finanças pessoais. As finanças públicas aqui não são o foco e sequer tenho experiência na área - embora, confesso, esteja sentindo uma atração por concursos públicos na área, para ver se posso contribuir com a sociedade de alguma forma. Ainda é uma ideia em "gestação"... O fato é que, como cidadã e também como jornalista, não consigo deixar de me sentir INDIGNADA, até mesmo AFRONTADA, por notícias como esta:
"Verba para partidos passou de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões
O Diário Oficial da União desta quarta-feira, 22, publica a Lei 13.115, que traz o Orçamento Geral da União para o exercício financeiro de 2015, estimando em R$ 2,982 trilhões o montante de receitas, e despesas em igual valor. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, a lei vetou dois pontos do texto aprovado pelo Congresso, mas preservou a verba destinada ao Fundo Partidário, que foi triplicada - de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões - pelos parlamentares durante a tramitação.
Fonte: Agência Estado"
Nós, brasileiros, estamos sentindo a dor no bolso quando pagamos a conta de luz (que, por sinal, vai aumentar mais 11,19% a partir de 29 de abril), a conta de água, o Imposto de Renda. Temos que segurar o cartão de crédito, frear o consumo, gastar menos combustível, segurar as pontas para que as despesas caibam no nosso orçamento. Talvez então não precisemos tomar empréstimos e pagar juros absurdos aos bancos. Pais e mães de família fazem o melhor possível - às vezes, quase o impossível - para continuar provendo educação de qualidade e conforto aos filhos...
Enquanto isso, a chefe de Estado sanciona uma lei, aprovada pelo Congresso (atenção: eles também estão envolvidos, e muito!), triplicando uma verba destinada a partidos políticos, que poderiam muito bem se prover de outras fontes que não o dinheiro público. Eu chamo isso, no mínimo, de IRRESPONSABILIDADE. É fazer o contribuinte, que trabalha o equivalente a 5 meses do ano só pra pagar os impostos, de palhaço. Nós pleiteamos segurança, saúde, mobilidade urbana... E aparentemente os políticos apenas fingem que escutam e continuam fazendo o que querem, como querem, sem se importar com o que é correto.
Infelizmente, ninguém #VemPraRua por esses motivos.
Sei que criei este blog para falar sobre finanças pessoais. As finanças públicas aqui não são o foco e sequer tenho experiência na área - embora, confesso, esteja sentindo uma atração por concursos públicos na área, para ver se posso contribuir com a sociedade de alguma forma. Ainda é uma ideia em "gestação"... O fato é que, como cidadã e também como jornalista, não consigo deixar de me sentir INDIGNADA, até mesmo AFRONTADA, por notícias como esta:
"Verba para partidos passou de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões
O Diário Oficial da União desta quarta-feira, 22, publica a Lei 13.115, que traz o Orçamento Geral da União para o exercício financeiro de 2015, estimando em R$ 2,982 trilhões o montante de receitas, e despesas em igual valor. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff na segunda-feira, a lei vetou dois pontos do texto aprovado pelo Congresso, mas preservou a verba destinada ao Fundo Partidário, que foi triplicada - de R$ 289,5 milhões para R$ 867,5 milhões - pelos parlamentares durante a tramitação.
Fonte: Agência Estado"
Nós, brasileiros, estamos sentindo a dor no bolso quando pagamos a conta de luz (que, por sinal, vai aumentar mais 11,19% a partir de 29 de abril), a conta de água, o Imposto de Renda. Temos que segurar o cartão de crédito, frear o consumo, gastar menos combustível, segurar as pontas para que as despesas caibam no nosso orçamento. Talvez então não precisemos tomar empréstimos e pagar juros absurdos aos bancos. Pais e mães de família fazem o melhor possível - às vezes, quase o impossível - para continuar provendo educação de qualidade e conforto aos filhos...
Enquanto isso, a chefe de Estado sanciona uma lei, aprovada pelo Congresso (atenção: eles também estão envolvidos, e muito!), triplicando uma verba destinada a partidos políticos, que poderiam muito bem se prover de outras fontes que não o dinheiro público. Eu chamo isso, no mínimo, de IRRESPONSABILIDADE. É fazer o contribuinte, que trabalha o equivalente a 5 meses do ano só pra pagar os impostos, de palhaço. Nós pleiteamos segurança, saúde, mobilidade urbana... E aparentemente os políticos apenas fingem que escutam e continuam fazendo o que querem, como querem, sem se importar com o que é correto.
Infelizmente, ninguém #VemPraRua por esses motivos.
domingo, 29 de março de 2015
O poder do exemplo
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,85-do-esforco-fiscal-anunciado-ate-agora-sai-do-bolso-dos-brasileiros,O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,85-do-esforco-fiscal-anunciado-ate-agora-sai-do-bolso-dos-brasileiros,165982Estava navegando no Facebook quando me deparo com uma notícia do Estadão: 85% do esforço fiscal anunciado até agora sai do bolso dos brasileiros. Um trecho:
"Segundo cálculo do economista Mansueto Almeida, feito a pedido do Estado, as medidas anunciadas pela nova equipe conseguiram reunir até agora R$ 45 bilhões dos cerca de R$ 66 bilhões que fixou como meta para 2015 (o compromisso é fazer o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto do ano). Ocorre que apenas R$ 7 bilhões são cortes na máquina pública, basicamente de despesas de custei, como cafezinho e xerox. O grosso dos recursos, R$ 38 bilhões, vai sair do orçamento das famílias. Uma parte virá da cobrança de tributos (…)"
A matéria é interessante, recomendo a leitura. Estou começando o curso de Ciências Econômicas e mesmo após duas semanas apenas de aula já estou começando a enxergar as notícias diferente.
Mas o que eu gostaria de falar sobre o texto, dessa vez, é mais político que econômico. Na verdade, também não é político: é uma questão de bom senso, mesmo. Ora, se o Governo Federal precisa de ajuda para fechar as contas, porque não começa dando o exemplo? Muito feio (usei esse adjetivo para ser educada, aqui) eles colocarem o peso da responsabilidade das despesas que eles criaram para o contribuinte. É o mesmo que mandar a fatura do cartão de crédito para um desconhecido pagar. Você tem que assumir a sua dívida! O Governo Federal assume, mas repassa o custo para o povo, sem nem pedir desculpas. (eu, pelo menos, não ouvi!)
Há quem diga que já começaram a fazer isso quando cortaram a verba, por exemplo, do Ministério da Educação (contrariando, para mim, o slogan oficial "pátria educadora"). Do Ministério das Cidades. Mas quando falo em dar o exemplo, quero dizer - e muitos brasileiros já pedem, desde as manifestações de 2013 - reformas que iriam DE FATO economizar dinheiro público, e a longo prazo, tal qual o enxugamento da máquina e a desburocratização do máximo de processos e procedimentos.
O problema é que, pelo que observo (ao longo dos meus vinte e poucos anos... sim, mas e daí?), o Brasil não tem a tradição de pensar a longo prazo. Pelo menos, não no governo central. Pensa-se no final do ano, no Carnaval chegando, nas próximas eleições, mas falta um tempero importante: as próximas GERAÇÕES. Quem vai construir o país no futuro? Que habilidades esses indivíduos estão desenvolvendo? Eles terão competitividade no mercado de trabalho? Há condições para empreender?
E - para mim - a cereja do bolo: esses cidadãos estão sendo preparados para ser CIDADÃOS?
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,85-do-esforco-fiscal-anunciado-ate-agora-sai-do-bolso-dos-brasileiros,1659822
"Segundo cálculo do economista Mansueto Almeida, feito a pedido do Estado, as medidas anunciadas pela nova equipe conseguiram reunir até agora R$ 45 bilhões dos cerca de R$ 66 bilhões que fixou como meta para 2015 (o compromisso é fazer o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto do ano). Ocorre que apenas R$ 7 bilhões são cortes na máquina pública, basicamente de despesas de custei, como cafezinho e xerox. O grosso dos recursos, R$ 38 bilhões, vai sair do orçamento das famílias. Uma parte virá da cobrança de tributos (…)"
A matéria é interessante, recomendo a leitura. Estou começando o curso de Ciências Econômicas e mesmo após duas semanas apenas de aula já estou começando a enxergar as notícias diferente.
Mas o que eu gostaria de falar sobre o texto, dessa vez, é mais político que econômico. Na verdade, também não é político: é uma questão de bom senso, mesmo. Ora, se o Governo Federal precisa de ajuda para fechar as contas, porque não começa dando o exemplo? Muito feio (usei esse adjetivo para ser educada, aqui) eles colocarem o peso da responsabilidade das despesas que eles criaram para o contribuinte. É o mesmo que mandar a fatura do cartão de crédito para um desconhecido pagar. Você tem que assumir a sua dívida! O Governo Federal assume, mas repassa o custo para o povo, sem nem pedir desculpas. (eu, pelo menos, não ouvi!)
Há quem diga que já começaram a fazer isso quando cortaram a verba, por exemplo, do Ministério da Educação (contrariando, para mim, o slogan oficial "pátria educadora"). Do Ministério das Cidades. Mas quando falo em dar o exemplo, quero dizer - e muitos brasileiros já pedem, desde as manifestações de 2013 - reformas que iriam DE FATO economizar dinheiro público, e a longo prazo, tal qual o enxugamento da máquina e a desburocratização do máximo de processos e procedimentos.
O problema é que, pelo que observo (ao longo dos meus vinte e poucos anos... sim, mas e daí?), o Brasil não tem a tradição de pensar a longo prazo. Pelo menos, não no governo central. Pensa-se no final do ano, no Carnaval chegando, nas próximas eleições, mas falta um tempero importante: as próximas GERAÇÕES. Quem vai construir o país no futuro? Que habilidades esses indivíduos estão desenvolvendo? Eles terão competitividade no mercado de trabalho? Há condições para empreender?
E - para mim - a cereja do bolo: esses cidadãos estão sendo preparados para ser CIDADÃOS?
O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,85-do-esforco-fiscal-anunciado-ate-agora-sai-do-bolso-dos-brasileiros,1659822
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Vinte e poucos, vinte e tantos
Achei muito interessante o post do blog Vice, que listou "25 coisas que você devia começar a fazer agora que tem 25 anos". Eu vi o link no meu feed de páginas do Facebook (sim, eu olho isso!) e cliquei porque estou nessa idade. Me surpreendi quando li. Adivinha qual é o número 1?
"1) Dar um jeito na sua vida financeira
É, molecada! Finge que eu sou seu pai e vamos falar sobre por que, às vezes, fazer um empréstimo para pagar seus débitos é mais barato do que viver do cheque especial e pagar as taxas todo mês! Mais tarde, vou ensinar a arte de "realmente abrir o extrato do banco para ver se deu alguma merda", e depois vamos assistir a propagandas de TV para ver se mudar de banco realmente compensa. Aí, pra terminar, vamos ter uma conversa séria sobre não dever nenhuma lealdada ao seu banco só porque você tinha uma conta universitária lá que veio com um chaveirinho – divertido, né? Bom, não: é superchato, mas a sensação de se livrar da ansiedade depois do trabalho maçante descrito acima é boa pra caralho. Dar um jeito na sua situação financeira é muito mais divertido do que receber uma mensagem do seu banco no segundo dia do mês dizendo que você estourou o limite."
Leia mais em: http://www.vice.com/pt_br/read/25-coisas-que-voc-devia-comecar-a-fazer-agora-que-tem-25-anos
Ninguém está dizendo para você, "jovem gafanhoto", transformar-se em um ninja das finanças ou um corretor de ações da bolsa (mas se quiser, apoiamos!). Apenas tomar as rédeas da sua conta bancária e começar um planejamento básico para conquistar seus sonhos materiais. Pode ser uma casa, um carro ou uma viagem: é fundamental saber o quanto se gasta todos os dias para então investir.
Para controlar seus gastos, existem centenas - sim, centenas! - de aplicativos para celular. Estou fazendo testes para que possa recomendar com propriedade alguns aqui. Aguardem!
"1) Dar um jeito na sua vida financeira
É, molecada! Finge que eu sou seu pai e vamos falar sobre por que, às vezes, fazer um empréstimo para pagar seus débitos é mais barato do que viver do cheque especial e pagar as taxas todo mês! Mais tarde, vou ensinar a arte de "realmente abrir o extrato do banco para ver se deu alguma merda", e depois vamos assistir a propagandas de TV para ver se mudar de banco realmente compensa. Aí, pra terminar, vamos ter uma conversa séria sobre não dever nenhuma lealdada ao seu banco só porque você tinha uma conta universitária lá que veio com um chaveirinho – divertido, né? Bom, não: é superchato, mas a sensação de se livrar da ansiedade depois do trabalho maçante descrito acima é boa pra caralho. Dar um jeito na sua situação financeira é muito mais divertido do que receber uma mensagem do seu banco no segundo dia do mês dizendo que você estourou o limite."
Leia mais em: http://www.vice.com/pt_br/read/25-coisas-que-voc-devia-comecar-a-fazer-agora-que-tem-25-anos
Ninguém está dizendo para você, "jovem gafanhoto", transformar-se em um ninja das finanças ou um corretor de ações da bolsa (mas se quiser, apoiamos!). Apenas tomar as rédeas da sua conta bancária e começar um planejamento básico para conquistar seus sonhos materiais. Pode ser uma casa, um carro ou uma viagem: é fundamental saber o quanto se gasta todos os dias para então investir.
Para controlar seus gastos, existem centenas - sim, centenas! - de aplicativos para celular. Estou fazendo testes para que possa recomendar com propriedade alguns aqui. Aguardem!
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